Então né, pascoa, semana santa - não comer carne!

 

Há tempos venho questionando certos trechos retirados da Bíblia e, principalmente, a postura de igrejas que insistem em exibir a imagem de Cristo crucificado. Para mim, isso acaba transmitindo a ideia de que o ser humano se coloca acima do próprio Filho de Deus — como se tivéssemos autoridade para manipular as regras divinas e viver na impunidade.

Vejo pessoas cometendo erros repetidamente, acreditando que uma penitência rápida ou algumas orações são suficientes para “zerar” a culpa. É como se o arrependimento tivesse virado um ritual automático, que permite repetir o mesmo pecado sem qualquer transformação real.

De que adianta alguém se orgulhar de não comer carne como forma de penitência, se ao mesmo tempo desvia recursos, age com desonestidade no trabalho ou prejudica outras pessoas? Essas contradições mostram como muitos transformam a fé em um ritual vazio: cumprem pequenas regras externas, mas ignoram completamente os princípios éticos que deveriam guiá-los no dia a dia.

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